quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O Suor do Sisal
As fotografias dessa exposição entitulada "O suor do sisal" foram tiradas por Maria José Andrade, uma aluna do 2º ano do EMC@MPO em Lages do Batata que, sob uma perspectiva artística da sua rotina de trabalho, mostra-nos os campos de sisal através do contraste das cores das pessoas, do chão de terra vermelha, do céu azul intenso e do esbranquiçado do sisal.
Aqui será apresentada a imensa sensibilidade artística de Maria. Aproveitem!
Prof. Mediador Jeová Filho.





Aqui será apresentada a imensa sensibilidade artística de Maria. Aproveitem!
Prof. Mediador Jeová Filho.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Coisas do Meu Sertão

Moro em um lugar no interior da Bahia, onde algumas coisas são muito difíceis de se conseguir, principalmente emprego. Aqui todas as pessoas pensam positivo, num futuro melhor, mas quando querem algo melhor, procuram sair do estado.
A renda da cidade é o sizal, mas nos últimos tempos a produtividade caiu e o produto desvalorizou muito e fez com que o povo perdesse o prazer de produzir. Temos também as pedras que são mais uma fonte de renda. Pedras portuguesas, arenito e outras são vendidas para muitas cidades e capitais do nosso Brasil.
Voltando para o sizal, esta é uma matéria-prima utilizada na produção de diversas coisas como cordas, tapetes, mantas, peças de carro como painéis, para-choques, para-lamas, etc.
Estes serviços são muito pesados para o povo e muitas pessoas já perderam partes do corpo, como as mãos, por exemplo. Aqui existem muitas pessoas deficientes por causa do trabalho do sizal.
Então, esperamos por dias melhores em que os governantes lembrem-se de nós dando emprego, qualidade de vida para todos que sofrem com o desemprego.
João Marcelo e Sebastião. 2º ano noturno.
domingo, 30 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Um Novo Amigo
Tudo começou numa plena manhã de sábado quando João saiu para ir à roça da sua mãe. Andou meia hora de relógio e logo encontrou seu amigo, Pedro, que também estava indo naquela direção para a roça do seu avô.
Os dois iam conversando muito para que o tempo passasse mais rápido, então rapidamente eles chegaram aos seus destinos e logo sentaram-se numa pedra e ficaram brincando de jogar pedrinhas até que de repente apareceu um cachorro e os dois saíram correndo. Muito assustados, eles pararam e descansaram até que resolveram procurar o cachorro para dar-lhe um pouco de água.
Depois de andar muito, encontraram o cachorro que veio correndo para lamber o rosto dos dois meninos. Eles lhe deram a água, pois o bichinho estava com muita sede e, em seguida, começaram a bricar com seu mais novo amigo.
Um texto de Valdenice, Sorleide e Jeane. Alunas do 2º ano noturno.
Ela é Feliz
Dia 19 de março de 1982. Em uma fazenda, uma mulher grávida sente as dores do parto. O seu esposo a leva para a cidade mais próxima. Ela dá a luz a uma menina que passados seis meses é entregue a uma outra família.
Com 14 anos, a menina vai a uma festa com suas amigas e volta para casa acompanhada do seu namorado. Neste trajeto, dois caras mascarados sacam uma arma e atiram nele. O tiro não pega, mas como ele fica bastante assustado, corre, deixando a sua namorada para trás.
Os caras mascarados, então, a levam para o matagal e a violentam sexualmente. Ela pede socorro, grita e eles dizem "se você gritar, eu te mato!". Mas mesmo que ela gritasse, ninguém ouviria, pois eles a levaram para longe da cidade.
A menina conta que este foi o pior dia de sua vida. Depois de ter sido estuprada, foi deixada no começo da cidade, onde, ainda chorando, começou a gritar e bater nas portas das casas por onde passava pedindo socorro.
Só que ninguém abria...
Então ela conta que resolveu chegar até a casa de sua amiga, que lhe dá um copo de água . Depois de ouví-la, sua amiga pede ao irmão para levá-la em casa.
Quando ela chega, sua mãe abre a porta e fala que estava chorando com a filha chegando em casa chorando por ter sido violentada e, então, pergunta "foi isso o que aconteceu?"
"Sim, foi isso mesmo..." a filha responde.
A mãe fica muito triste por ver a situação do corpo de sua filha, todo marcado, com muitos espinhos e muito machucado. Depois de algumas perguntas, as duas vão tentar dormir.
No outro dia, todos já sabiam e seus amigos começam a se distanciar.
Depois de tudo, ela ainda perdeu o que chamava de amigos...
Passados dois anos, ela se apaixonou, só que ficou pensando que qualquer homem que se aproximasse era para fazer o mal.
Depois de mais um ano, ela aceitou namorar com ele e com ele teve uma menina.
O pai da criança assumiu a filha.
Depois de alguns anos, aconteceram alguns problemas com ele e, por isso, foi obrigado a ir embora.
Mas as duas ficaram bem...
Texto escrito baseado em fatos reais. A aluna prefere não se identificar.
Com 14 anos, a menina vai a uma festa com suas amigas e volta para casa acompanhada do seu namorado. Neste trajeto, dois caras mascarados sacam uma arma e atiram nele. O tiro não pega, mas como ele fica bastante assustado, corre, deixando a sua namorada para trás.
Os caras mascarados, então, a levam para o matagal e a violentam sexualmente. Ela pede socorro, grita e eles dizem "se você gritar, eu te mato!". Mas mesmo que ela gritasse, ninguém ouviria, pois eles a levaram para longe da cidade.
A menina conta que este foi o pior dia de sua vida. Depois de ter sido estuprada, foi deixada no começo da cidade, onde, ainda chorando, começou a gritar e bater nas portas das casas por onde passava pedindo socorro.
Só que ninguém abria...
Então ela conta que resolveu chegar até a casa de sua amiga, que lhe dá um copo de água . Depois de ouví-la, sua amiga pede ao irmão para levá-la em casa.
Quando ela chega, sua mãe abre a porta e fala que estava chorando com a filha chegando em casa chorando por ter sido violentada e, então, pergunta "foi isso o que aconteceu?"
"Sim, foi isso mesmo..." a filha responde.
A mãe fica muito triste por ver a situação do corpo de sua filha, todo marcado, com muitos espinhos e muito machucado. Depois de algumas perguntas, as duas vão tentar dormir.
No outro dia, todos já sabiam e seus amigos começam a se distanciar.
Depois de tudo, ela ainda perdeu o que chamava de amigos...
Passados dois anos, ela se apaixonou, só que ficou pensando que qualquer homem que se aproximasse era para fazer o mal.
Depois de mais um ano, ela aceitou namorar com ele e com ele teve uma menina.
O pai da criança assumiu a filha.
Depois de alguns anos, aconteceram alguns problemas com ele e, por isso, foi obrigado a ir embora.
Mas as duas ficaram bem...
Texto escrito baseado em fatos reais. A aluna prefere não se identificar.
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